E quem disse que a vontade de ser feliz deve ser esquecida? Chega de pensamentos negativos, é tempo de ser feliz. Deixa de bobeira e corre pro lado de cá, põe o teu melhor e sincero sorriso e nem inventa de deixar o mal entrar. Aqui, ele jamais fará morada. Só a felicidade tem vez nesse lugar.
Como o eterno Renato Russo deixou em uma de suas mais belas canções: "Nunca deixe que lhe digam que não vale a pena acreditar no sonho que se tem, que seus planos nunca vão dar certo e que você nunca vai ser alguém..."
As vezes, existem pessoas ao seu próprio redor que só te desejam o mal, a infelicidade. Então é hora da seleção, só vibe positiva continua. Seleciona direitinho: Só permanece o bem e a alegria, desapegue do mal disfarçado de bem querer e tudo começará a ter um novo sentido.
Já ouviu falar que toda tempestade carrega um novo amanhã com um lindo arco-íris? Então tira essa tristeza de casa e renova esse cômodo com o móvel certo no lugar: A f-e-l-i-c-i-d-a-d-e. Essa sim, nunca deve envelhecer, muito menos enferrujar ou quebrar.
Ás vezes apaga, sempre compõe. Traz momento agradável, às vezes quase amargo. Cara, o tempo corre e mal anda. Arrasta ou arranca. Vive ao meu favor e há dias que nem me cumprimenta. Tem horas que traz começo, fim ou recomeço. Voa, pula e até desfila... Desafina e se arrisca. O tempo... ah, o tempo. Pode ser o remédio, trazer a cura. (Também pode ser o vilão da história, o veneno mortal). A melhor saída, a fuga... Tudo depende de um número de horas, quantidade de minutos ou segundos. Tem quem o culpe pelas suas tristezas, existe quem agradece por ter chegado. Amigo ou inimigo. Desejo ou indesejado. Do meu lado ou daquele, alivia ou tumultua. Te cobre de ansiedade e medo, chega transbordando alegrias. Há mil e uma definições: tempestade, sol ou quem sabe arco-íris. O tempo é um mistério. Mistério a ser descobrido. Há quem tente desvendá-lo, mas qual o mapa a seguir? Vai lá saber, só viver pra conhecer. O tempo... ah, o tempo se encarregará de trazer a pontuação dessa vida. Ponto final, vírgula, ou três pontinhos, nunca se sabe qual é o destino [...]





